domingo, 24 de abril de 2011

Não sei... o que eu não sei!

O que é que se passa com o mundo? E eu sei lá a resposta.
Em conversa perguntaram-me isso segundo argumentos baseados nos conflitos na África Ocidental ou Branca como queiram, no furor e violência com que se tem tratado os problemas políticos, o que denota que o homem está a perder a capacidade de raciocinar com devido senso e ética. Estamos todos a perder as estribeiras e a noção de tudo à nossa volta, bem como o significado de viver em sociedade, que implica tolerar, respeitar, ajudar ao próximo. A palavra ''mútuo'' existe ainda, só que no dicionário. E quando se fala em mudanças relativamente ao mundo, ao nosso mundo do sec XXI não se pode deixar de citar os problemas climáticos que temos vindo a enfrentar. Nomeadamente catástrofes, desastres naturais, que uns dizem ser fruto da fúria da Natureza para com o Homem, e outros defendem que sejam consequências de anos de exploração dos recursos, só que o único protagonista é o próprio Homem, e nada metafórico como a fúria, ou vingança da natureza (bons temas para filmes) como eu tinha dito anteriormente.
E qual a minha opinião?- Nenhuma, vamos nos prevenir como for possível, só. (A sério eu tento fazer alguma coisa,depois explico o quê).
Quanto às guerrinhas...nem guerras ainda são
Sinceramente já me ocorreram várias versões, ideias na minha cabeça, uma delas é a de que factos como esses já ocorreram só que a midia é a responsável pela expansão e pela interpretação da própria noticia por nós. Exemplo disso, durante a guerra do Bush ou sei lá o quê, morreu tanta gente quanto tem morrido hoje nesses conflitos árabes. Mas na altura pouco se falou relativamente a isso, por ser a guerra do forte com os miseráveis.
 Enfim, sei que não sei muita coisa, cada dia que passa sei menos, e desisti de tentar perceber o que é política. E tenho a certeza que é a última vez que falo, tento falar ou escrevo algo relacionado.



quarta-feira, 6 de abril de 2011

Antes só...

Solidão. Não é algo de que goste muito, mas consigo aprecia-la. É o meu momento para respirar, reflectir, e dedicar-me a fazer o que eu gosto: nada.
Não sei se é um prazer meu ou algo que se tornou um hábito. Muitas pessoas não conseguem interpretar a solidão como um bom momento, mas atenção solidão não significa isolamento.
 A vida social impõe-nos muitas exigências e pressões relativamente ao facto de sermos aceites. Ser aceite, é a principal forma de caracterização de que determinado individuo encaixa-se e faz parte de um grupo, comunidades. Isso em toda a parte, até com os animais.
Lembro-me das várias vezes que acordei cedo e fiquei na cama por várias horas, das vezes em que não carregava o telemóvel, nem ligava o msn, não conversava nem com as pessoas de casa ou da escola. E perguntavam-me se tinha algum problema. (rsrsrs)
Aprendi por isso, a dar valor aos meus amigos. As pessoas vivem obcecadas por ter uma vida social dinâmica, o que não implica muitas das vezes amizades de suporte. Eis a problemática. Quantos amigos e não que amigos.
Redes sociais, exemplo disso. Eu tenho perfis em vários por imensas razões:
1- Manter o contacto com ''amigos'' à distância.
2- Há quem não admita, mas gostar de bisbilhotar a vida do outro é quase como uma característica de todo o ser humano. Não sou excepção.
A esmagadora maioria (nada contra) tem-nas com um unico objectivo, ter o numero máximo de amigos, procurar gente interessante, e automaticamente fazer parte do grupo daqueles que são interessantes. Sei lá. Cada um com as suas ideias, objectivos.
Só para esclarecer algo, os solitários são muito mal interpretados. Não faço a mínima ideia se faço parte desse grupo ou não, mas quem o for não tem motivos para ter vergonha disso, e pensar que é mais infeliz que outros. Eu tenho uma vida não muito dinâmica, tenho os meus relacionamentos e sou muito abençoada por ter os amigos que tenho que antes de mais conhecem-me e os confio. Lembranças dos tempos L.Azevedo,M.Joceline,Erica xD