Porquê?
Tipo?!? Sim, o programa tem bastante audiência. E não é de se estranhar que atinga tais números. E antes que pareça um discurso hipócrita, eu já vi sim Big Brother, gostava e também como as outras pessoas, contava as horas para que o programa começasse. Hoje não seria diferente, se eu não tivesse tomado a sensata decisão de privar o meu tempo de inutilidades. As coisas mais fúteis são as que mais facilmente encaixam-se no nosso quotidiano. E consequentemente ocupam muito tempo. (Debater sobre ''a prova do líder'', a saída do fulano). Enfim, continuando. A resposta à questão que fiz inicialmente pode-se espelhar nesta confusão que contei aí acima. Como? Vejamos. Cada voto, cada minuto que tu perdes a assistir à um programa de televisão, cada telefonema, cada debate, todo esse tempo cedido se converte em dinheiro. Dinheiro à mais para um, o mais esperto, que na maioria dos casos já tem de sobra e dinheiro a menos para o mais idiota.
É esta a dinâmica do mundo, e não se pode mudar. Claro. Mas não haverá um limite? Um limite baseado no que é prioritário e no que não é. Parecemos todos às vezes um rebanho de ovelhas movidos por algum superior, incapazes sequer de reflectir o que é útil ou não para as nossas vidas. O que nos traz benefícios ou não. E pior não perceber a importância que a individualidade tem num conjunto. Não sejamos meros telespectadores, sejamos as personagens principais da história das nossas vidas.
OBS: Nada contra os programas de entretenimento. Apenas contra exageros.

Verdade!
ResponderEliminarHoje em dia, tudo é movido a futilidades. (Ainda não consegui entender quais os reais objectivos dos reality shows).
Texto coerente e bastante apelativo.
Feliz por conhecer o teu blog, Marinela.