Decepcionada com o nível de imperfeição de um mundo que tinha tudo para ser perfeito, deixei nascer em mim um tremendo ódio pelo mundo em que nascemos. A beleza do mesmo, que sempre fiz questão de frisar, tornou-se invisível hoje, nesse mar de obscuridade e malícia que circunda à nossa volta. O homem é o X da questão, mas como também faz parte de todo projecto, digo mesmo que o meu ódio é pelo mundo.
Não é possível que a vida se resuma a isto, TEM que haver uma outra, tem de existir uma outra versão. Como poderá um projecto tão belo e tão perfeito
A sociedade está feita um lixo, é o termo mais adequado. Um saco balanceado com maioria inútil e alguns restos ainda aproveitáveis/recicláveis.
Sou católica, embora seja mais espiritualmente activa do que propriamente religiosamente. (Será que isso existe?), enfim... (em outras palavras não sigo as regras impostas)
Como tal e como diz a Bíblia e as crenças Cristãs, estamos apenas de passagem neste mundo, que nada mais é do que o próprio inferno. A felicidade eterna existe, num lugar que só os aptos poderão fazer parte. Razão para dizer, que o hoje não passa de um teste de admissão.
Bem, nesse mar de incredulidade à mudança da situação da humanidade, prefiro fiar-me na hipótese de que existe algo melhor, para além disso aqui. Um Paraíso, ou algo assim parecido. Em que ninguém morre de fome, porque tem que comprar o que come, em que ninguém morre de sede, porque a água é privada, em que ninguém morra enfermo, porque a solidariedade do médico tem um preço a cobrar.
E...
Que a Dna galinha ensine à mulher que deita o seu filho no lixo, o que é ser mãe.
Que nenhuma obra arquitectónica natural seja destruída discriminadamente para dar lugar à uma empresa ambiciosa.
Que a ovelha... que a ovelha, nada! Achei a foto engraçada só isso.
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