sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Pouco parece fazer sentido. Passei a fugir de responsabilidades e exigências e de certa forma de expectativas, afim de evitar e afastar as experiências traumáticas. Há esses dias. Como muitas vezes relatei aqui. Que no mundo nada parece interessante e mais confortante do que o silêncio das paredes quadradas do meu quarto, com a cama desfeita à minha direita, e mais importante, algo para comer. Enquanto inflamo e encho as paredes gástricas com qualquer coisa doce, oiço o bater dos teclados me perguntando onde, porquê e como vou terminar este texto. Quis apenas escrever, precisava, na tentativa de procurar o auto-conforto nas minhas próprias palavras. Mas nem isso, hoje funcionou.

Sem comentários:

Enviar um comentário